Abstract
Rastreio, em rápidas pinceladas, a história, no interior do paradigmagerativista, de atritos entre os defensores da semântica interpretativae os da semântica gerativa, destacando os primeiros questionamentosque surgiram no campo e os problemas relacionados ao fenômenode “verdade vácua”. Em seguida, faço um breve apanhado dacoligação entre sintaxe e semântica e posterior isolamento ou expurgoda pragmática dos centros das atenções. Apontando para os vestígiosdo milenar apego à lógica e ao formalismo e as dificuldades de sedesvencilhar deles, pleiteio ousadia de procurar novos caminhospara investigação no campo, libertando-o das garras da lógica eencarando a pragmática como uma perspectiva sobre a linguagem,em vez de um mero componente.
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ID:
242805
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rajagopalan2014revistapragmatics: