"o provérbio é a voz do povo" e "o povo, a voz de deus": a voz da parêmia no diário de helena morley
;Vanda de Oliveira Bittencourt
Transplantation2005Vol. 8pp. 148-164
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Abstract
No presente trabalho, procuro investigar um dos cruzamentos genológicos que permeiam o diário escrito pela jovem diamantinense, ou melhor, Alice Dayrell Caldeira Brant, intitulado Minha vida de menina. Estendendo a tempos mais remotos o seu ato memorialístico, através da incorporação da voz antiga do"senso comum" expressa nos provérbios, a autora utiliza-os/recebe-os, segundo os ditames da conveniência própria, fazendo deles uma das camadas do aparato argumentativo que constrói, em diálogo consigo mesma e/ou com o seu diário.