falácias acadêmicas, 13: o mito do socialismo de mercado na china
;Paulo Roberto Almeida
international journal of heritage studies2009Vol. 9pp. 41-50
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almeida2009revistafalcias
Abstract
<!--[if gte mso 9]><xml> <o:DocumentProperties> <o:Template>Normal.dotm</o:Template> <o:Revision>0</o:Revision> <o:TotalTime>0</o:TotalTime> <o:Pages>1</o:Pages> <o:Words>66</o:Words> <o:Characters>377</o:Characters> <o:Company>www.pralmeida.org</o:Company> <o:Lines>3</o:Lines> <o:Paragraphs>1</o:Paragraphs> <o:CharactersWithSpaces>462</o:CharactersWithSpaces> <o:Version>12.0</o:Version> </o:DocumentProperties> <o:OfficeDocumentSettings> <o:AllowPNG /> </o:OfficeDocumentSettings> </xml><![endif]--><span style="font-size: 12pt; font-family: "Times New Roman";">Discussão sobre a pretensa condição da China como economia “socialista de mercado”, considerada uma falácia para legitimar a autocracia política, ativamente engajada na transição ao capitalismo. Breve exame da trajetória chinesa desde a inauguração do regime comunista, em 1949, com uma pequena estatística das perdas humanas ao longo do processo, e das transformações incorridas desde a decisão de fazer a China caminhar em direção ao capitalismo.</span><!--EndFragment-->