Abstract
Autor de uma obra poética já reconhecida como uma das mais importantes da atualidade, Marcos Siscar publicou seu primeiro livro, Não se diz, em 1999. Antes, porém, já havia lançado vários poemas na revista Inimigo rumor, que por muitos anos se destacou como um veículo significativo na divulgação de novos poetas. Não se diz foi seguido por Tome seu café e saia (2001), e por Metade da arte (2003), livro que reuniu toda a poesia que havia escrito até então, incluindo também os inéditos Terra inculta e Metade da arte. O próximo livro, O roubo do silêncio (2006), foi resultado de um projeto na França financiado pela Bourse d’écriture do Centre National Du Livre. O livro, escrito em prosa poética, foi indicado aos prêmios Portugal Telecom 2007 e ficou em segundo lugar no Prêmio Goyaz de Poesia 2006. Outros dois livros de poesia se juntarão a essa lista, Interior via satélite (2010), que também concorreu ao prêmio Portugal Telecom e o recém-lançado Manual de flutuação para amadores, obra que confirma e consolida alguns processos poéticos desenvolvidos nos livros anteriores, ampliando-os com novas visadas experimentais.
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253338
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