Abstract
Este artigo tem o objetivo analisar sequências discursivas recortadas da seção “Quando crescer, vou ser...” da revista Ciência Hoje das Crianças, de forma a depreender as imagens de criança, de cientista e de sua profissão ali produzidas. A referida seção caracteriza-se por se estruturar como um espaço de atualização da memória do futuro, no qual a formação científica é construída como garantia de profissão futura. Por se tratar de um trabalho da memória que produz uma certa previsibilidade, cria-se a ilusão de perpetuação da valorização da atividade científica. Nesse discurso, alimenta-se o imaginário de um futuro atrelado a uma profissão de cientista, diga-se uma profissão socialmente prestigiada. Como consequência, promove-se uma construção imaginária de futuro promissor para os futuros-cientistas.
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ID:
234646
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baalbaki2013revistaanlise