A partir de uma abordagem etnográfica, discuto neste artigo o papel do consumo de telefones celulares na construção e expressão de subjetividades entre jovens, em especial os do sexo masculino. Ao longo da análise, argumento que diversas práticas de consumo envolvendo celulares - como por exemplo ouvir música alta em espaços públicos - reafirmam elementos da masculinidade hegemônica tais como a agressividade, a performatividade pública, a atividade sexual e a corporalidade.